Sempre sonhei em ter UMA POODLE, BRANCA, PEQUENA E FÊMEA. Eis que no meu aniversário de 1996, ganhei , recebi como presente um lindo cãozinho – UM PASTOR NEGRO, GRANDE E MACHO, o Oposto do meu sonho. Mas que em segundos torno-se minha grande paixão


Veio com o nome  Buckman não gostei  e troquei para  BOB.

Foi impossível não se apaixonar por aquele cãozinho com uma orelhinha ainda caída e que já começou a andar atrás de mim , como se soubesse que eu seria a pessoa que o amaria para sempre.

Muitos anos, travessuras e sustos , Bob é um fiel escudeiro e está sempre grudado, quase sempre, pois ele adora um passeio de carro, e isto é a única coisa que faz com que ele “esqueça” da sua mãe , por um tempinho. Adora um queijo e água de coco, para comer a ração é um drama de cada dia. É um verdadeiro lord, elegante e de olhar penetrante.


Como presente de Natal antecipado, em final de outubro de 2000, ganhei uma poodle pequenininha, cor de mel, fêmea e muito linda, que foi batizada de Mellzinha, devido ao seu tamanho. De gênio forte, brincalhona e com uma orelhinha que teimava em ficar em pé.

Infelizmente minha estrelinha não ficou muito tempo aqui e acabou indo morar no céu.



Em janeiro de 2001, poucos dias após a partida da Mellzinha (a minha estrelinha), fui buscar uma criaturinha que me conquistou para sempre, a Mell, também uma poodle, fêmea, branquinha como algodão. Adora um colo , é muito ciumenta e brincalhona, levada, gosta de correr atrás de pombos e às vezes se apropria dos brinquedos ou guloseimas dos outros, mas ai de quem tentar se apropriar de alguma coisa dela... Viaja a tira colo comigo para todos os lugares, adora freqüentar barzinhos em Copacabana e é uma grande vencedora desfile de modas e não me troca por nada.


Juntos, Eloisa, Bob e Mell formam uma verdadeira família.

Desse amor nasceu o Chenil Bomell.